O DNA da informação
Um bit é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na computação e informática. Um bit tem um único valor, zero e um, verdadeiro ou falso, ou neste momento contexto quaisquer dois valores mutuamente exclusivos
A melhor maneira de avaliar os méritos e as conseqüências da vida digital é refletir a diferença entre bits e átomos. Visto que estamos na era da informática, a maior parte das informações que chega até nós são através de átomos como jornais, revista e livros, mesmo esta informação sendo digital.
Como bits são bits, duas conseqüência fundamentais e imediatas poderão ser observadas quando todos os meios de comunicação forme digitais. Em primeiro lugar, os bits misturam-se sem qualquer esforços, essa mistura de áudio, vídeo e dados é chamada de multimídia. E em segundo lugar nasce um novo tipo de bit um bit que nos conta sobre os outros bits. Esses novos bits são “cabeçalhos”, bem conhecidos dos repórteres de jornal que enviam “retrancas” á redação para identificar uma matéria.
Desmascarando a largura de banda
A largura de banda é a medida da capacidade de transmissão de um determinado meio conexão ou rede, determinado a velocidade que os dados passa através desta rede específica.
Os fios de cobre, dispomos da transmissão de dados por ondas de rádio que se supõe que tenha uma capacidade infinita, sobretudo em transmissões de baixa potência,como controles remotos e similares. Contudo, não se pode utilizar indiscriminadamente o éter para telecomunicações de maior potência, sob pena de haver interferência entre os sinais. Já a fibra ótica é um meio fantástico de transmissão de informações, de capacidades infinitas. Acrescente-se a estes dados o fato de que hoje a fibra é mais barata do que o cobre, incluindo-se aí os custos de eletrônica e de manutenção. A tendência atual é substituir toda a rede de fios de cobre por fibra ótica, não apenas para trazer maior velocidade às transmissões, mas também para reduzir os custos operacionais das companhias.
É necessário estar atento para o fato de as companhias telefônicas estarem interessados no excesso de bits, pois assim obtêm mais lucros.
Os bits, representando informações, diferem no conteúdo, de quem e como usa-se os, se pagos ou gratuitos, se defasados ou em tempo real. É igualmente necessário reconhecer estas diferenças para que os preços sejam equivalentes.
Transmitindo bits
A abordagem fica por conta da política na televisão de alta definição. Uma pequena historia da HDTV, seus problemas, a péssima idéia de prender a televisão em um tipo de padrão (NTSC, PAL e SECAM), o monopólio da indústria de transmissão sobre a TV, a transformação da TV em computador e a futura possibilidade do espectador poder selecionar os programas que desejar assistir a qualquer momento. Com esta tendência é possível que as televisões passem a utilizar cada vez mais o cabo para transmissões cotidianas (filtradas e determinadas individualmente) e passem a utilizar as freqüências para o pouco de programação ao vivo que continuará existindo (eventos esportivos, eleições e espetáculos artísticos mais importantes).
A policia dos bits
O Federal Communications Comission, procurando regular este tráfego de informações, enfrenta as dificuldades em conciliar proteção com liberdade, o público e o privado, a livre competição e o monopólio.
Contudo, quando se pensa em bits, cada canal de TV (6 MHz) pode ser “multiusado” para transmitir diversos tipos de informação (TV, rádio, telefone, ...). A liberdade para gerir estes canais é crucial para proporcionar um melhor serviço ao cliente.
Esta ‘polícia dos Bits’ será nós, os usuários, que iremos escolher que informação receber e a forma de transmissão desta informação. Recebemos os Bits de uma previsão do tempo e escolhemos se queremos vê na forma de vídeo, escrito, rádio, etc.
Quanto a proteção dos direitos autorais, na forma digital não existe. Digitalizou é de todos, mesmo porque não tem como haver um controle disso pelo fato da rapidez e facilidade de se copiar e divulgar alguma coisa na forma digital.
Os bits misturados.
O termo compacto deve-se ao seu pequeno tamanho para os padrões vigentes, quando do seu lançamento, e memória apenas para leitura deve-se ao fato do seu conteúdo poder apenas ser lido e nunca alterado, o termo foi herdado da memória ROM, que contrasta com tipos de memória RW como memória flash. A gravação é feita pelo seu fabricante. Existem outros tipos desses discos, como o CD-R e o CD-RW, que permitem ao utilizador normal fazer a suas próprias gravações uma, ou várias vezes, respectivamente, caso possua o hardware e software necessários.
Os CD-ROM, podem armazenar qualquer tipo de conteúdo, desde dados genéricos, vídeo e áudio, ou mesmo conteúdo misto. Os leitores de áudio normais, só podem interpretar um CD-ROM, caso este contenha áudio. A norma que regula os CD-ROM, foi estabelecida em 1985, pela Sony e Philips.
Esta tecnologia de colocar Bits em átomos, informação em matéria (o CD-ROM), será superada pelas tecnologias de troca de Bits on-line, como é a Internet hoje.
No mundo digital, o meio não é a mensagem: é uma das formas que ela assume. Uma
mensagem pode apresentar vários formatos derivando automaticamente dos mesmos dados.
A pessoa que receberá um pacote de Bits de um jogo de futebol, não recebe as imagens do jogo e sim os Bits do jogo. Com eles, ela pode escolher o meio de transmissão, pode
converter para imagem, para simplesmente som, para a forma que melhor lhe couber no momento
O negocio do bits
A notar que a evolução do hardware é lenta, pois exige altos investimentos. Já os softwares encontram maior limitação na criatividade dos programadores, evoluindo mais rapidamente, com a vantagem de ampliar o potencial do hardware.
Propõe que se repense a forma de cobrar pelo “transporte de bits”. Em vez de pagar pela banda, que no posicionamento do autor, deveria ser gratuito, pagar-se-ia pelo tipo de conteúdo da transmissão. Ex.: filme, monitoramento médico. Pelo valor dos dados transmitidos.
Onde as Pessoas e os Bits se encontram
Um meio de deixar as máquinas mais próximas as necessidades do homem. Ela irá identificar as expressoes humana, como tristeza, alegria, liguagens verbais e não verbais fazendo assim com que haja uma maior interação entre homem e máquina. Onde o desafio para os próximos anos seram os de simplismente criar um computador que perceba as necessidades do homem e tome alguma ação. Quando começou a criar interfaces humanas tinha-se cuidado em criar ferramentas para um determinado conjunto de circunstancias,mas as situações mudam de acordo com as necessidade e o meio ou canal disponível. As novas interfaces seram baseadas na delegação de tarefas, e não na manipulação direta e do comando por mause.
Persona Gráfica
Tem como objetivo identificar , compreender os pesamentos incompletos e ambíguos tipicos da etapa inicial de um processo de desenho. O computador teria que aprender o estilo de desenhar de cada usuário. As janelas existem porque a tela dos PC’s se torna muito pequena para as necessidades de se usar várias ferramentas ao mesmo tempo assim cada janela identifica um novo processo sendo executando ao mesmo tempo.
Os jogos eletrônicos teram um novo tipo de gráficos que a curto prazo iram superar os sitemas de jogos que se conhece hoje.
RV
RV(Realidade Virtual) ela poder tornar o virtual tão realista quanto o real, ou mais ainda. Um exemplo disso está nos jogos como simulação de vôo onde a pessoa passa por várias situação que no mundo real seria impossível de aconter no mesmo dia.
O intúito de realidade virtual é mostrar ao homem o queele presenciaria se estivesse naquele cenário. A ferramenta utilizada para esse tipo de tecnologia é o capacete com visores. Cada visor apresenta uma imagem em perspectiva diferente daquilo que o usuario veria ao vivo. A medida de o quanto real essa experiencia seria vivida é baseada em dois fatores:
A qualidade de imgem: que é o número de linhas exibidas e a textura entre elas.
O tempo de resposta: que é a velocidade com que as cenas são atualizadas.
E estas veriáveis exigem um grande poder de processamento.
Defeitos e falhas
A realidade virtual ainda não tem uma velocidade rápida o suficiente e as imagens ainda possuem gráficos precários, embora seja visível que ao decorrer das décadas o gráficos tem tido suas melhorias visíveis um exemplo bem real disso está nas plataformas que video games desde o atário até os topos de linha que são Playstation 3 (SONY), XBOX(Microsoft), Nintendo i que traz uma inovação em interação Homem e maquina onde os movimentos realizandos no controle são detectados pelo console e trazido para TV.
A alternativa agora é Retirar a interação entre o homem e a máquina, que ficam conectados atraves de um controle, e o computador passar a tridimencionar a área que o console fica, identificar a presença humana, é como se o console fizesse um scanneamento da área e jogasse no computador. E até mesmo criar imagens holográficas que é a reunião de todos os pontos de vista possíveis de uma cena num único plano de padrões de interferencias de luz. Quando, então, a luz atravessa esse plano ou é refletido por ele, a cena é opticamente reconstruída no espaço.
Vendo e sentindo
A capacidade de se comunicar com outra pessoa em qualquer logar do planeta já é possível e agora é também implementado a possibilidade de ver a outra pessoa tornando assim muito mais dinámica a comunicação, visto a capacidade perceber expressões faciais, enriquecendo assim a comunicação.
Esses esquipamentos consistem em uma câmera possicionada acima e ao centro do monitor e além do hardware e do software necessários para codificar,decodificar e exibir em tempo real e colocá –lo em uma porção da tela ou tela inteira, esse tipo de tecnologia já está diponível em celulares e no mais conhecido aplicativo de comunicação nos PC’s que é o MSN.
Podemos Falar Sobre Isso?
Os Avanços no terreno de reconhecimento de fala não é falte de tecnologia, mas de perspectiva adequada. Quase não a maneira de utilizar um computador entre diversas conversas, existe a dificuldade do computador identificar que quer se comunicar com ele em uma sala onde existem varias pessoas falando, a palavra falada carrega várias informações acerca dos sentimentos,como: paixão,sarcasmo,alegria,tristeza,cansaço , e essa informações são ignorados.
O problema do reconhecimento de voz possui 3 variáveis:
Tamanho do vacabulário
Independecia em relação a quem fala
Conectividade das palavras,ou seja, o fato de fundi-las ao serem pronunciadas.
Menos é Mais
Ficou claro que a tendencia é que as novas tecnologias venham interagir cada vez mais com o homem onde alguma atividades seram atribuidas a maquina. Os computadores teram capacidade de identificar os sentimentos. Haverá uma outra maneira de assitir TV ler a um jornal captar informações de radio.
A era da pós informação
Na era da pós informação, o publico que se tem é, com frequencia, composto de uma única pessoa. Tudo é feito por encomenda, e a informação é extremamente personalizada.
A vida digital exigira cada vez menos que um usuário esteja em um determinado local com hora marcada a transmição será transmitida no próprio local. Considerando a era da informação o usuário poderá trabalhar em casa ou ter várias residencias.
Assister TV será muito mais interativo, televisoes não seram apenas um meio de informação, mas as pessoas também poderam fazer comprar, expressar sua opnião com o acessar internet, assistir filmes é jornais no horario que quiser programando a tv para gravar seus programas favoritos.
Horário Nobre é o meu
Com a inclusão da Tv digital. Na qualidade de paradigma para as telecominicações, QQQ – “Qualque coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar” não cai nada bem , Mas trata-se de uma bela maneira de se pensar a televisão.
Imagine so você ter na sua Tv um programa que lhe disponibilize os assuntos que seriam do seu interesse, e deixasse gravado para você assistir na hora que quiser. Você teria uma vasta quantidade de informações gravadas podendo assistir sem perder nenhuma delas.
Os executivos de empresas entendem a necessidade de levar banda larga para as casas para que isso aconteça. Para poder haver interações entre o reporter e o ouvinte. No mundo digital as distancias ficam cada vez menores ou até mesmo nem existe, hoje nós sabemos tudo que acontece no mundo quase que ao vivo.
A propagação das informações na era digital tem sido extremamente alta, e o fato de poder interagir tem trazido uma maior curiosidade e interesse entre as pessoas em querer fazer parte dessa era.
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