segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Comportamento Ético e sua Influência na Era da Informação

O Comportamento Ético E Sua Influência Na Era Da Informação

Mas O que é Ética?

É uma característica inerente a toda ação humana.

Atribuir valor ao pensamento racional

É um grande valor para todos os seres humanos.

Uma espécie de “consciência moral” para julgar se suas ações são boas ou más, certas ou erradas, justas ou injustas.

Em Uma Organização Ética

Estamos falando de pessoas Éticas.

Uma política interna bem definida.

"Para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício". (CHAUÍ, 1997)

Mas no Brasil onde 50% das vagas na área de tecnologia da informação não são preenchidas por falta de mão de obra qualificada, onde 64% da população não completou o primeiro grau.

Como exigir Ética deste funcionário?

Ética da informação diz respeito aos dilemas morais e aos conflitos que surgem na interação entre os seres humanos e a informação. (Martha Smith,2001)

Ética, alem de ser a ciência que estuda a moral das pessoas na sociedade, é um investimento. Na internet é extremamente necessário se ter credibilidade para que a empresa possa sobreviver no comércio eletrônico.

Privacidade

“Todo o individuo têm direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e idéias por qualquer meio de expressão.”

Declaração universal dos direitos humanos,artigo 19

Definição Correta De Privacidade

“Um indivíduo ou grupo têm privacidade numa situação se e só se nessa situação o indivíduo e o grupo ou a informação acerca do indivíduo ou do grupo é protegida da intrusão, observação e espionagem de outros”.

Moor 1990

Privacidade Confidencialidade Segurança de Dados

“A privacidade é um conceito largo que muitas vezes coincide com o conceito de confidencialidade que é impedir acessibilidade à informação por pessoas não autorizadas; e o conceito de segurança de dados que é impedir a alteração imprópria por pessoas que não têm acesso autorizado.” (Ware 1993)

Segundo Alberto Fusaro "Uma das questões que se levanta com grande freqüência nesse início do Terceiro Milênio é a da postura ética no uso da tecnologia. Quando o assunto é esse, não importa que estejamos falando de áreas completamente distintas da atuação humana, como as de medicina, jornalismo, física ou marketing. Em qualquer uma delas, o emprego da tecnologia sempre levanta uma indagação a respeito de quais limites devem ser respeitados e de quais devem ser superados. Mas será que essa é uma problemática exclusivamente contemporânea? Viveríamos nós em um período assim especial, ao qual não se aplicam os preceitos herdados dos antigos, medievais e modernos? Ou o caso seria outro?

Ao passarmos a história da humanidade em rápida revista, encontramos indícios claros de que todos os desenvolvimentos tecnológicos levaram a humanidade a situações merecedoras de maior atenção no campo ético, mesmo que não se observe nenhuma revisão ética de fato. Contudo, apesar das semelhanças, o questionamento ético está em alta em toda nossa sociedade como nunca antes. E não apenas na tecnologia, mas em todas as áreas. Em geral, em termos culturais, o assunto que está em voga não é

exatamente o que se possui, mas o que se está buscando, como se a humanidade discutisse coletivamente, por intermédio do diálogo cultural, o passo seguinte a ser dado. Ouso sugerir que, sob certo aspecto, o impasse de nossa geração é o da ética.

A questão da ética na tecnologia parece ser uma conseqüência da falta de difusão da ética como uma prática cotidiana entre as pessoas. Os valores e referências de uma sociedade competitiva e centrada em resultados parecem sugerir uma constante necessidade de superação, valorizando a diversidade da busca e vendo qualquer limitação como um problema. E a ética é uma limitação. Sendo a ética um limite em si, ela se torna um problema. A grande questão que se nos apresenta, então, é a de escolher coletivamente quais os traços delimitadores da ética. Essa escolha determinará o rumo e o perfil de nosso futuro.

A tecnologia parece ser o centro de nossa sociedade atual. Vivemos um período que está sendo identificado, talvez prematuramente, como a "Era da Informação". É desnecessário dizer que a evolução de nossas redes de informação depende dos avanços da tecnologia. Além disso, também vivemos a "Era Genômica". Na opinião de muitos pesquisadores, existe uma grande possibilidade de que a sobrevivência de nossa espécie venha a depender das tecnologias de controle e de manipulação dos genes. Passamos há pouco tempo pela "Era Atômico-Relativista" e rumamos para uma possível "Era Quântico-Supercordal" no campo da Física, ciência essa que é um dos principais esteios determinantes da tecnologia."

Conclusão

A discussão das questões éticas nas aplicações tecnológicas deve permear o diálogo científico nos anos vindouros.

Desse embate surgirá o mapeamento de nosso futuro. "Quem viver, verá".

Bibliografia

ABBAGNANO, N. Dicionário de Filosofia. Trad. de Alfredo Bosi (Org.). São Paulo: Martins Fontes, 1999.

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Trad. de Leonel Vallandro e Gerd Bornhein. "Coleção: Os Pensadores". São Paulo: Abril Cultural, 1984.

COULANGES, F. A Cidade Antiga. Trad. de Fernando de Aguiar. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

FOUREZ, G. A Construção das Ciências - Introdução à Filosofia e à Ética das Ciências. Trad. de Luiz Paulo Rouanet. São Paulo: UNESP, 1995

HUISMAN, D. Dicionário de Obras Filosóficas. Trad. de Ivone C. Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

LALANDE, A. Vocabulário Técnico e Crítico da Filosofia. Trad. de Fátima Sá Correia, Maria E.V. Aguiar, José E. Torres e Maria G. de Souza. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Vida Digital

O DNA da informação

Um bit é a menor unidade de medida de transmissão de dados usada na computação e informática. Um bit tem um único valor, zero e um, verdadeiro ou falso, ou neste momento contexto quaisquer dois valores mutuamente exclusivos

A melhor maneira de avaliar os méritos e as conseqüências da vida digital é refletir a diferença entre bits e átomos. Visto que estamos na era da informática, a maior parte das informações que chega até nós são através de átomos como jornais, revista e livros, mesmo esta informação sendo digital.

Como bits são bits, duas conseqüência fundamentais e imediatas poderão ser observadas quando todos os meios de comunicação forme digitais. Em primeiro lugar, os bits misturam-se sem qualquer esforços, essa mistura de áudio, vídeo e dados é chamada de multimídia. E em segundo lugar nasce um novo tipo de bit um bit que nos conta sobre os outros bits. Esses novos bits são “cabeçalhos”, bem conhecidos dos repórteres de jornal que enviam “retrancas” á redação para identificar uma matéria.

Desmascarando a largura de banda

A largura de banda é a medida da capacidade de transmissão de um determinado meio conexão ou rede, determinado a velocidade que os dados passa através desta rede específica.
Os fios de cobre, dispomos da transmissão de dados por ondas de rádio que se supõe que tenha uma capacidade infinita, sobretudo em transmissões de baixa potência,como controles remotos e similares. Contudo, não se pode utilizar indiscriminadamente o éter para telecomunicações de maior potência, sob pena de haver interferência entre os sinais. Já a fibra ótica é um meio fantástico de transmissão de informações, de capacidades infinitas. Acrescente-se a estes dados o fato de que hoje a fibra é mais barata do que o cobre, incluindo-se aí os custos de eletrônica e de manutenção. A tendência atual é substituir toda a rede de fios de cobre por fibra ótica, não apenas para trazer maior velocidade às transmissões, mas também para reduzir os custos operacionais das companhias.

É necessário estar atento para o fato de as companhias telefônicas estarem interessados no excesso de bits, pois assim obtêm mais lucros.

Os bits, representando informações, diferem no conteúdo, de quem e como usa-se os, se pagos ou gratuitos, se defasados ou em tempo real. É igualmente necessário reconhecer estas diferenças para que os preços sejam equivalentes.

Transmitindo bits

A abordagem fica por conta da política na televisão de alta definição. Uma pequena historia da HDTV, seus problemas, a péssima idéia de prender a televisão em um tipo de padrão (NTSC, PAL e SECAM), o monopólio da indústria de transmissão sobre a TV, a transformação da TV em computador e a futura possibilidade do espectador poder selecionar os programas que desejar assistir a qualquer momento. Com esta tendência é possível que as televisões passem a utilizar cada vez mais o cabo para transmissões cotidianas (filtradas e determinadas individualmente) e passem a utilizar as freqüências para o pouco de programação ao vivo que continuará existindo (eventos esportivos, eleições e espetáculos artísticos mais importantes).

A policia dos bits

O Federal Communications Comission, procurando regular este tráfego de informações, enfrenta as dificuldades em conciliar proteção com liberdade, o público e o privado, a livre competição e o monopólio.

Contudo, quando se pensa em bits, cada canal de TV (6 MHz) pode ser “multiusado” para transmitir diversos tipos de informação (TV, rádio, telefone, ...). A liberdade para gerir estes canais é crucial para proporcionar um melhor serviço ao cliente.

Esta ‘polícia dos Bits’ será nós, os usuários, que iremos escolher que informação receber e a forma de transmissão desta informação. Recebemos os Bits de uma previsão do tempo e escolhemos se queremos vê na forma de vídeo, escrito, rádio, etc.

Quanto a proteção dos direitos autorais, na forma digital não existe. Digitalizou é de todos, mesmo porque não tem como haver um controle disso pelo fato da rapidez e facilidade de se copiar e divulgar alguma coisa na forma digital.

Os bits misturados.

O termo compacto deve-se ao seu pequeno tamanho para os padrões vigentes, quando do seu lançamento, e memória apenas para leitura deve-se ao fato do seu conteúdo poder apenas ser lido e nunca alterado, o termo foi herdado da memória ROM, que contrasta com tipos de memória RW como memória flash. A gravação é feita pelo seu fabricante. Existem outros tipos desses discos, como o CD-R e o CD-RW, que permitem ao utilizador normal fazer a suas próprias gravações uma, ou várias vezes, respectivamente, caso possua o hardware e software necessários.
Os CD-ROM, podem armazenar qualquer tipo de conteúdo, desde dados genéricos, vídeo e áudio, ou mesmo conteúdo misto. Os leitores de áudio normais, só podem interpretar um CD-ROM, caso este contenha áudio. A norma que regula os CD-ROM, foi estabelecida em 1985, pela Sony e Philips.
Esta tecnologia de colocar Bits em átomos, informação em matéria (o CD-ROM), será superada pelas tecnologias de troca de Bits on-line, como é a Internet hoje.

No mundo digital, o meio não é a mensagem: é uma das formas que ela assume. Uma

mensagem pode apresentar vários formatos derivando automaticamente dos mesmos dados.

A pessoa que receberá um pacote de Bits de um jogo de futebol, não recebe as imagens do jogo e sim os Bits do jogo. Com eles, ela pode escolher o meio de transmissão, pode

converter para imagem, para simplesmente som, para a forma que melhor lhe couber no momento

O negocio do bits

A notar que a evolução do hardware é lenta, pois exige altos investimentos. Já os softwares encontram maior limitação na criatividade dos programadores, evoluindo mais rapidamente, com a vantagem de ampliar o potencial do hardware.

Propõe que se repense a forma de cobrar pelo “transporte de bits”. Em vez de pagar pela banda, que no posicionamento do autor, deveria ser gratuito, pagar-se-ia pelo tipo de conteúdo da transmissão. Ex.: filme, monitoramento médico. Pelo valor dos dados transmitidos.

Onde as Pessoas e os Bits se encontram

Um meio de deixar as máquinas mais próximas as necessidades do homem. Ela irá identificar as expressoes humana, como tristeza, alegria, liguagens verbais e não verbais fazendo assim com que haja uma maior interação entre homem e máquina. Onde o desafio para os próximos anos seram os de simplismente criar um computador que perceba as necessidades do homem e tome alguma ação. Quando começou a criar interfaces humanas tinha-se cuidado em criar ferramentas para um determinado conjunto de circunstancias,mas as situações mudam de acordo com as necessidade e o meio ou canal disponível. As novas interfaces seram baseadas na delegação de tarefas, e não na manipulação direta e do comando por mause.

Persona Gráfica

Tem como objetivo identificar , compreender os pesamentos incompletos e ambíguos tipicos da etapa inicial de um processo de desenho. O computador teria que aprender o estilo de desenhar de cada usuário. As janelas existem porque a tela dos PC’s se torna muito pequena para as necessidades de se usar várias ferramentas ao mesmo tempo assim cada janela identifica um novo processo sendo executando ao mesmo tempo.

Os jogos eletrônicos teram um novo tipo de gráficos que a curto prazo iram superar os sitemas de jogos que se conhece hoje.

RV

RV(Realidade Virtual) ela poder tornar o virtual tão realista quanto o real, ou mais ainda. Um exemplo disso está nos jogos como simulação de vôo onde a pessoa passa por várias situação que no mundo real seria impossível de aconter no mesmo dia.

O intúito de realidade virtual é mostrar ao homem o queele presenciaria se estivesse naquele cenário. A ferramenta utilizada para esse tipo de tecnologia é o capacete com visores. Cada visor apresenta uma imagem em perspectiva diferente daquilo que o usuario veria ao vivo. A medida de o quanto real essa experiencia seria vivida é baseada em dois fatores:

A qualidade de imgem: que é o número de linhas exibidas e a textura entre elas.

O tempo de resposta: que é a velocidade com que as cenas são atualizadas.

E estas veriáveis exigem um grande poder de processamento.

Defeitos e falhas

A realidade virtual ainda não tem uma velocidade rápida o suficiente e as imagens ainda possuem gráficos precários, embora seja visível que ao decorrer das décadas o gráficos tem tido suas melhorias visíveis um exemplo bem real disso está nas plataformas que video games desde o atário até os topos de linha que são Playstation 3 (SONY), XBOX(Microsoft), Nintendo i que traz uma inovação em interação Homem e maquina onde os movimentos realizandos no controle são detectados pelo console e trazido para TV.

A alternativa agora é Retirar a interação entre o homem e a máquina, que ficam conectados atraves de um controle, e o computador passar a tridimencionar a área que o console fica, identificar a presença humana, é como se o console fizesse um scanneamento da área e jogasse no computador. E até mesmo criar imagens holográficas que é a reunião de todos os pontos de vista possíveis de uma cena num único plano de padrões de interferencias de luz. Quando, então, a luz atravessa esse plano ou é refletido por ele, a cena é opticamente reconstruída no espaço.

Vendo e sentindo

A capacidade de se comunicar com outra pessoa em qualquer logar do planeta já é possível e agora é também implementado a possibilidade de ver a outra pessoa tornando assim muito mais dinámica a comunicação, visto a capacidade perceber expressões faciais, enriquecendo assim a comunicação.

Esses esquipamentos consistem em uma câmera possicionada acima e ao centro do monitor e além do hardware e do software necessários para codificar,decodificar e exibir em tempo real e colocá –lo em uma porção da tela ou tela inteira, esse tipo de tecnologia já está diponível em celulares e no mais conhecido aplicativo de comunicação nos PC’s que é o MSN.

Podemos Falar Sobre Isso?

Os Avanços no terreno de reconhecimento de fala não é falte de tecnologia, mas de perspectiva adequada. Quase não a maneira de utilizar um computador entre diversas conversas, existe a dificuldade do computador identificar que quer se comunicar com ele em uma sala onde existem varias pessoas falando, a palavra falada carrega várias informações acerca dos sentimentos,como: paixão,sarcasmo,alegria,tristeza,cansaço , e essa informações são ignorados.

O problema do reconhecimento de voz possui 3 variáveis:

Tamanho do vacabulário

Independecia em relação a quem fala

Conectividade das palavras,ou seja, o fato de fundi-las ao serem pronunciadas.

Menos é Mais

Ficou claro que a tendencia é que as novas tecnologias venham interagir cada vez mais com o homem onde alguma atividades seram atribuidas a maquina. Os computadores teram capacidade de identificar os sentimentos. Haverá uma outra maneira de assitir TV ler a um jornal captar informações de radio.

A era da pós informação

Na era da pós informação, o publico que se tem é, com frequencia, composto de uma única pessoa. Tudo é feito por encomenda, e a informação é extremamente personalizada.

A vida digital exigira cada vez menos que um usuário esteja em um determinado local com hora marcada a transmição será transmitida no próprio local. Considerando a era da informação o usuário poderá trabalhar em casa ou ter várias residencias.

Assister TV será muito mais interativo, televisoes não seram apenas um meio de informação, mas as pessoas também poderam fazer comprar, expressar sua opnião com o acessar internet, assistir filmes é jornais no horario que quiser programando a tv para gravar seus programas favoritos.

Horário Nobre é o meu

Com a inclusão da Tv digital. Na qualidade de paradigma para as telecominicações, QQQ – “Qualque coisa, a qualquer hora, em qualquer lugar” não cai nada bem , Mas trata-se de uma bela maneira de se pensar a televisão.

Imagine so você ter na sua Tv um programa que lhe disponibilize os assuntos que seriam do seu interesse, e deixasse gravado para você assistir na hora que quiser. Você teria uma vasta quantidade de informações gravadas podendo assistir sem perder nenhuma delas.

Os executivos de empresas entendem a necessidade de levar banda larga para as casas para que isso aconteça. Para poder haver interações entre o reporter e o ouvinte. No mundo digital as distancias ficam cada vez menores ou até mesmo nem existe, hoje nós sabemos tudo que acontece no mundo quase que ao vivo.

A propagação das informações na era digital tem sido extremamente alta, e o fato de poder interagir tem trazido uma maior curiosidade e interesse entre as pessoas em querer fazer parte dessa era.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

As três revoluções técnico-científicas

As três revoluções técnico-científicas

Consequências sociais e políticas enfocando as três revoluções técnico-cientificas: Microeletrônica, Microbiologia e Energética.

A primeira revolução é a industrial ou como o autor denomina ”Revolução Da Microeletrônica”; onde estamos rodeados pelos seus objetos do nosso cotidiano, como por exemplo, relógios, calculadoras e os mais diversos utensílios domésticos, possuem ainda conquistas notáveis e técnicas com fábricas inteiramente automatizadas. Consequências da combinação da revolução da microeletrônica e da energia termonuclear.

A primeira revolução teve o mérito de substituir a força física do homem pela energia das máquinas.

A segunda revolução que estamos vivendo agora consiste em substituir o homem por máquinas. Outro aspecto da revolução da microbiologia é a engenharia genética; é provável que as principais mudanças ocorreram neste setor e o passo decisivo foi a descoberta do código genético dos seres vivos; esta situação abriu portas para o descobrimento e cura de doenças e produção de alimentos congênitos, o que parece ser a única forma de acabar com a fome no mundo ao mesmo tempo o autor se preocupa até onde o homem pode chegar. Mas ao mesmo tempo a ciência não pode abandonar as pesquisas por medo de riscos de abusos em suas pesquisas.

A terceira revolução é a energética; pois será impossível o progresso social sem a substituição das fontes de energia por fontes mais poderosa. A energia solar, a energia geotérmica e outras juntamente com as energias tradicionais são exemplos dos esforços e pesquisas empreendidas atualmente.

Referências Bibliográficas

Schaff, Adam; A sociedade informática: as conseqüências sociais da segunda revolução industrial; tradução: Carlos Eduardo machado e Luiz Obies; 4º Ed; São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista: Brasiliense, 1995.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Conteúdo Programático e Objetivo

UNIDADE I :OINDIVÍDUO E SOCIEDADE E CULTURA MODERNA

• Sociedade da Informação
• Sociedade Industrial
• Interação entre humanos e computadores

UNIDADE II: A VIDA DIGITAL
• A era da pós- informação
• A vida digital

UNIDADE III: O COMPUTADOR E A SOCIEDADE
• O impacto das novas tecnologias na Cultura, na Educação e nas Organizações.
• O impacto das novas tecnologias no meio ambiente.
• A internet: o conteúdo da WEB, informação, expressão e comunicação.

Objetivo:
Desenvolver pensamento crítico-reflexivo sobre as principais questões envolvendo a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação na sociedade. Introduzir o aluno às preocupações individuais e sociológicas suscitadas pelo advento da Informática.

Sociedade em Rede

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